E se eu disser que te amo? E se eu agora te ligar e falar as mais lindas juras de amor, por ti? E se eu disfarcei tão bem esse tempo todo, sendo seu amigo, mas na verdade querendo ser seu namorado? E se eu lhe dizer que tudo que eu escrevi foi pra você? Que todos os sorrisos sinceros, foram por você? Que todas as angústias, eram só por te ver mal ou por você não perceber tudo que eu sentia? Ah seria delírio meu acreditar em tudo isso, o máximo que consigo é gritar com meu silêncio que te amo. Não foi tão por acaso que todos os dias sigo a todos seus passos, e me passo de bobo só pra… pra ter você um tanto a mais perto de mim. Arranjo desculpas, invento histórias só pra dizer que preciso estar perto de você. Mais coisas de minha cabeça, tantas coisas, tantos contos de fadas em que nós tínhamos o final feliz. Se eu te falar que já não aguento mais de saudade, se eu suplicar com meus olhos, se eu suspirar de saudade você mata ela ? Tá batendo tão forte aqui agora, to achando que irei precisar de você pra acalmá-lo. Você que está lendo deve estar achando isso clichê demais ou meloso demais, mas se você for você, eu sei que não vai. Vai estar achando a coisa mais fofa, eu sei que adora mimos. Voltando a me declarar a você, não posso me esquecer de dizer uma coisa. MATA O QUE ESTÁ ME MATANDO. Não adianta, já tentei em outras, mas não passa. Não sei como, só você mata essa minha carência. Acho que até vou mudar a forma como chamo, não é carência, e sim falta de você ou carência de você. E por fim, não quero demagogias ou pedidos implorando a nada. Só peço:
-Sorria!
-João Pedro Silveira in "Serenata"
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